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Município de São Paulo lança sistema de gerenciamento de obras públicas com Blockchain

Uma pesquisa recente da Research and Markets, conforme relatada pela Coinrevolution, mostra que o setor público está cada vez mais adotando o Blockchain. O estudo revela que a aceitação da Blockchain nos círculos governamentais aumentará uma CAGR de 70% em meia década.

No caso mais recente da incorporação da tecnologia Distributed Ledger nos círculos governamentais, o Município de São Paulo Brasil entrou em contato com uma empresa de tecnologia para desenvolver um sistema Blockchain. No acordo, a Construtivo, criará uma plataforma baseada em Blockchain para manter um registro de obras públicas. Esse sistema, consequentemente, permitirá que a Secretaria de Infraestrutura e Obras Urbanas de São Paulo opere em um ambiente de código aberto.

Impulsionado pela necessidade de responsabilidade

O governo municipal de São Paulo, Brasil, tem enfrentado desafios de gerenciar seus registros em um sistema de som. Essa questão tem impactado negativamente os departamentos de infraestrutura e obras urbanas, essenciais para a operacionalização da cidade.

Por exemplo, a infraestrutura vital, como pontes e estradas, teve que ser fechada após ser envolta em mistério após a falta de registros. Essas falhas levaram à perda de fundos escassos e ao desperdício de tempo na conclusão atrasada do projeto.

No entanto, considera-se que os desafios terminam no curto prazo depois que a secretaria responsável pelos serviços de Infraestrutura e Obras colaborou com a Construtivo. A empresa Blockchain consequentemente criará e implantará uma plataforma Blockchain personalizada para as necessidades exclusivas de São Paulo.

Mais importante, o objetivo básico do projeto que está agora em sua fase de prova de conceito é facilitar a prestação de contas. Essa responsabilidade será aprimorada pela criação e implantação da rede esperada de livros de código aberto em todas as transações.

Hospedando dados em uma plataforma de código aberto

O Blockchain permite que uma rede de servidores esteja disponível online. Nesta tecnologia, um computador, atuando como servidor, pode acessar transações de outros computadores que formam o ecossistema. Esses computadores são independentes e, portanto, agem como servidores individuais no que é tecnicamente chamado de modelo distribuído. Portanto, este sistema se torna descentralizado, pois não há servidor central.

Além disso, as plataformas Blockchain têm protocolos e recursos como contratos inteligentes que permitem que os ecossistemas alcancem consenso entre pares. Os protocolos também atuam como sistema de verificações e balanços para autenticação e validação de transações na plataforma.

Nesta perspectiva, a plataforma Blockchain da Constructivo permitirá que os jogadores do departamento de obras realizem manutenção multilateral de registros. Suas atividades serão gerenciadas por protocolos na plataforma que validam todas as transações para criar uma sequência de registros imutáveis.

blockchain

Marcus Granadeiro está liderando o projeto

O chefe da Constructivo, Marcus Granadeiro, está confiante de que a plataforma final permitiria às partes interessadas acessar informações relevantes em tempo real.

Um benefício imediato da plataforma Blockchain é que ele irá consolidar os dados do projeto e facilitar a auditoria de investimentos públicos. Outro benefício é que as informações permitirão a São Paulo solucionar problemas de infraestrutura para uma manutenção adequada.

Enquanto isso, o governo do presidente Jair Bolsonaro está pensando em elaborar um projeto de lei que obrigaria as autoridades locais brasileiras a adotar tecnologias emergentes.

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