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Poderia bloquear a superação dos problemas de privacidade de dados à luz do escândalo do Facebook?

O Facebook dominou as manchetes de notícias desde meados de março. Para o benefício de qualquer um que tenha, de alguma forma, perdido, a gigante da Web foi sujeita a uma investigação e subsequente exposição The New York Times e tomada de notícia britânica The Guardian. Os relatórios de ambas as publicações detalhavam como uma organização terceirizada chamada Cambridge Analytica coletava dados de perfis de usuários do Facebook. Posteriormente, os dados foram usados ​​para prever e influenciar os votos nas principais campanhas políticas, como as eleições presidenciais norte-americanas e o referendo Brexit no Reino Unido.

O fato de que dados colhidos do Facebook possam ter moldado o cenário político atual em países inteiros é de fato digno de manchete. Afinal, em 2012, quantas pessoas teriam acreditado que uma rede social teria o poder de influenciar eleições dentro de quatro anos? Provavelmente não muitos. Neste momento, no entanto, o fato de as grandes empresas de tecnologia estarem colhendo e vendendo dados pessoais não deveria ser uma surpresa.

Como o big data se torna um grande negócio

As mesmas publicações que quebraram o escândalo do Facebook estavam relatando como os dados estavam sendo usados ​​por empresas de tecnologia no 2016. Mesmo aqueles que não leem a notícia não poderiam deixar de notar que os anúncios pop-up exibidos nos sites estavam intimamente ligados ao histórico de navegação.

Este fenômeno não é apenas uma feliz coincidência - é uma publicidade direcionada. A atividade de navegação dos usuários comunica às empresas da Internet o que eles estão procurando. Se eles compram algo on-line, por exemplo, eles estão fornecendo um comerciante on-line com seu endereço residencial e detalhes do cartão de crédito. Talvez possam até ser solicitados dados extras como parte de uma pesquisa com consumidores, para ajudar as empresas de tecnologia a entender melhor suas necessidades de consumo.

Como consumidores, nem sempre tendemos a questionar o que está sendo feito com todos esses dados, ou o quão seguro eles estão sendo mantidos, até que um escândalo como o do Facebook se rompa. Embora esses casos sejam predominantes, nem sempre são maliciosos por natureza. Houveram muitas incidências de violações de segurança cibernética de alto nível nos últimos anos, por meio do qual hackers invadiram os servidores de empresas como Equifax, eBay e Yahoo.

Com tantas violações recentes de dados ocorridas no cenário digital, não é surpresa que as empresas inovadoras estejam buscando novas soluções tecnológicas para esses desafios de segurança de dados em toda a indústria.

Como blockchain pode ajudar grandes empresas a evitar grandes escândalos

É claro que tais vazamentos e escândalos geralmente resultam na introdução de medidas legislativas voltadas para o controle da proteção de dados. No entanto, este tipo de resposta pode ser visto como fechar a porta do estábulo depois de o proverbial cavalo já ter sido aparafusado. A comunidade blockchain tem sido rápido para apontar como a implementação da tecnologia blockchain poderia ter evitado completamente cenários como o escândalo do Facebook.

Uma premissa fundamental do blockchain é que os dados pessoais são criptografados. A descriptografia dos dados do usuário só é possível com acesso à chave privada do usuário, que eles podem proteger com qualquer camada de segurança que escolherem. Além disso, o blockchain é descentralizado, em vez de ser mantido em servidores centrais individuais, que podem ser vulneráveis ​​a ataques cibernéticos.

Estudo de caso: segurança de dados em mercados on-line

Os benefícios da segurança de dados fornecidos pela tecnologia blockchain estão sendo totalmente reconhecidos pelas startups neste espaço emergente. Várias novas empresas estão surgindo com os olhos nos mercados dominados por grandes empresas tradicionais. Uma tal startup é ShareRing.

O ShareRing pretende tornar-se “a Amazônia da economia compartilhada” criando um mercado online baseado em blockchain para qualquer bem ou serviço que possa ser compartilhado. Pense no Airbnb, no Uber e no TaskRabbit todos combinados em uma organização que pode oferecer os benefícios de segurança de dados do blockchain conforme descrito acima.

Usando o ecossistema ShareRing, os usuários precisariam apenas inserir seus dados pessoais e de cartão de crédito uma vez, reduzindo assim a exposição de tais detalhes em várias empresas, como é o caso hoje. Uma vez inseridos no sistema, os dados seriam criptografados e mantidos de forma segura no blockchain. Se, por algum motivo, os dados precisarem ser compartilhados com um vendedor, isso poderá ser feito de maneira segura; o usuário fornece consentimento explícito por meio do fornecimento de sua chave privada. No caso de compartilhamento de carros, por exemplo, a pessoa que aluga um carro pode precisar fornecer detalhes ao proprietário do carro para fins de seguro.

ShareRing é também um dos primeiros pioneiros de um sistema de moedas duplas. Um token - ShareToken (SHR) - é usado como o token de utilitário do ecossistema e para os vendedores comprarem no mercado. Uma segunda moeda - SharePay (SHRP) - é comprada por compradores que usam seus cartões de crédito e é usada para negociar bens e serviços vendidos no mercado por vendedores.

Restaurando a fé do consumidor com a tecnologia blockchain

O ShareRing é apenas um exemplo de uma startup que está aproveitando a tecnologia blockchain para superar problemas de privacidade de dados. No entanto, a existência de tais startups baseadas em blockchain demonstra o potencial da tecnologia para criar um ambiente mais seguro para os dados do usuário no futuro. À luz dos recentes escândalos de dados como o do Facebook e Cambridge Analytica, as empresas inovadoras de blockchain podem desempenhar um papel importante no restabelecimento da fé do consumidor ao entregar seus dados pessoais para grandes empresas que operam on-line.

Este é um post patrocinado.

https://www.crypto-news.net/could-blockchain-overcome-data-privacy-issues-in-light-of-the-facebook-scandal/April 18, 2018

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